sexta-feira, 14 de janeiro de 2022

• “EU NADAVA NO CORINTHIANS. PULAVA DO TRAMPOLIM.”

 


¨  A história da família Altamirano no Brasil tem muitas referências ao Corinthians. Os Altamiranos chegaram ao Brasil em 1911, um ano depois da fundação do Corinthians. A maior parte dos membros da família espanhola, após não se dar muito bem com o trabalho nas fazendas de café, retornou para a cidade de São Paulo e adotaram o bairro da Penha como moradia. Próximo ao Parque São Jorge – Corinthians. Daí, frequentar a antiga Fazendinha e torcerem pelo Timão foi um pulo. Não se sabe exatamente quando essa paixão começou. O filho mais velho da Tia-Avó Aurora, Juarez “Altamirano” Daque (90 anos) é sócio do Corinthians há mais de sessenta anos. Seu filho Mauro foi atleta de remo do Corinthians. Sou sócio há quase quarenta anos.  Nasci no IV Centenário de São Paulo, e fui batizado na Igreja da Penha. Campeão? Corinthians (em cima do Palmeiras é óbvio). Quem era o goleiro? Gylmar dos Santos Neves, cujo nome, sem o y, meu pai Sebastião (Nito) Altamirano homenageou dando o nome ao seu primogênito

A própria tia-avó Aurora Altamirano Dachi, por exemplo, contava que chegou a nadar no cocho do Corinthians no Rio Tietê (limpo até então), a piscina da época. https://www.facebook.com/CorinthiansCultural/photos/cocho-corinthiano-1930rio-tiet%C3%AA-prim%C3%B3rdios-da-poderosa-nata%C3%A7%C3%A3o-do-tim%C3%A3o/1194719703930620/

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